Está cada dia mais difícil compreender os processos de fusão das empresas multinacionais. Quando a Dodge revelou oficialmente seu novo sedã Dart em fevereiro, os aficionados pelas novidades automobilísticas custaram a perceber que na verdade era uma nova versão do Fiat Linea.
Piorou a confusão? Eu explico: O novo Dart é primeiro veículo totalmente novo do grupo Chrysler, depois que a Fiat comprou a empresa da GM, que já era dona da Dodge.
Então, é o novo Dodge-Chrisley que chega ao mercado norte-americano para substituir o Caliber e se manter na briga na categoria dos hatch é também um italiano Fiat.
O Dart foi desenvolvido sobre a plataforma C-Evo, do Alfa Romeo Giulietta – que é uma evolução da base do Fiat Bravo e carrega um visual bastante agressivo, característica típica da marca norte-americana.
O modelo tem linha de cintura ascendente uma dianteira é marcada pela grade dividida em dois andares que ainda pode receber um “Black piano” dependendo da versão.
Na traseira o Dart-Linea tem grandes as lanternas em peça única como Charger e seu interior tem duas telas de LCD, uma no painel central de 8,4” e outra no painel de instrumentos, que pode ser configurada para mostrar um velocímetro digital ou analógico, dependendo do gosto do motorista.
O comprador pode escolher os motores 1.4 16V Turbo da Fiat e com sistema MultiAir ou motores mais potentes 2.0, 2.4, todos com transmissão manual.
Com cinco versões – SE, SXT, Rallye, Limited e R/T o novo Dodge Dart vai ao ringue com os americanos Ford Focus e Chevrolet Cruze e com os asiáticos Toyota Corolla, Hyundai Entra e Honda Civic.
É este novo Dodge-Chrisley-Fiat que provocou a especulação de que este sedã deverá dar origem a um equivalente da Fiat, ou seja, uma espécie de novo “Linea”, porém, mais sofisticado e maior.